Deputado Patrício

Corregedor da Câmara Legislativa

Deputado PatrícioO deputado Patrício foi eleito para o segundo mandato com 22.209 mil votos pelo PT (partido ao qual é filiado há 20 anos) e ficou como 4º deputado distrital mais votado. No dia 1º de janeiro, logo após a posse, Patrício foi eleito presidente da Casa por unanimidade, pelos seus pares. Assim como fez no primeiro mandato, Patrício abriu mão do recebimento do 14º e 15º salários, aos quais os deputados distritais têm direito. Ele não concorda com o benefício por acreditar que os deputados devem receber somente o 13º salário, como os demais trabalhadores.

Em seu primeiro mandato, o deputado Patrício teve destaque em todo o país pela maneira como atuou na presidência da Câmara Legislativa, durante a crise política deflagrada em novembro de 2010 com a operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. Patrício comandou a Casa de maneira firme e transparente durante cinco meses.

De novembro de 2009 a abril de 2010, Patrício conduziu o processo de apuração com isenção, seguindo os ritos determinados pelo Regimento Interno e pela Lei Orgânica, atendendo ao clamor da sociedade estarrecida com as denúncias. No comando da Casa, depois de instaurar processos de impeachment e de quebra de decoro, Patrício convocou a eleição indireta no DF. Essa atitude garantiu de volta a normalidade a Brasília e assegurou que a capital não perdesse autonomia política e financeira, com uma possível intervenção federal.

Todo o primeiro mandato do deputado Patrício foi marcado pela luta contra a corrupção. Patrício também representou e negociou em nomes de outras inúmeras categorias. Professores e auxiliares da Educação, servidores da Saúde, do Detran, quiosqueiros, taxistas, entre outros, sempre receberam apoio do parlamentar em suas reivindicações.

Paralelamente às atividades desenvolvidas na Câmara Legislativa, Patrício sempre atuou como representante da categoria de policiais e bombeiros militares, não só no DF, mas em todo o Brasil. Desde que foi eleito deputado distrital, os policiais e bombeiros do DF conseguiram reajustes salariais que reforçaram a posição de melhor remuneração do Brasil. Patrício comemorou também a conquista do plano de cargos e salários, arrancada do GDF e do governo federal a duras custas, com muitas mobilizações da categoria, organizadas por ele.

Patrício nasceu, foi criado e até hoje mora no Gama. Em 1986, aos 19 anos, ingressou na Polícia Militar do Distrito Federal. Em 1998, fundou a Associação dos Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal (Aspol). A Aspol foi a primeira entidade representativa de policiais e bombeiros militares do país a ser filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Dois anos depois da fundação da associação, policiais e bombeiros começaram um movimento que culminou com a primeira greve da categoria. Por liderar a manifestação, Patrício foi preso por 101 dias e acabou excluído da corporação. Em janeiro de 2010, foi anistiado por um decreto do presidente Lula e poderá voltar a fazer parte da corporação.


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